El blog de Paulinho Assunção
“...no fio de uma luz que vinha do poste ou das frestas de uma janela, o gato surgiu pouco depois da meia-noite, magra fração de um vulto, nesga de uma dúvida que caminhava, parava, tinha certezas, logo voltava a duvidar de sua própria existência.
Vínhamos do lado de lá da cidade, com umas flores na guarda dos braços. Íamos para a Casa Amarela, lá onde Dulce, Doçura e Rosário nos aguardavam para a cerimônia dos êxtases. Não ventava e a chuva recusava-se a ser chuva no céu da noite de junho.
E…
Continuar
Publicado el abril 21, 2008 a las 2:30am 1 comentario
Comentario (4 comentarios)
Puedes situar la novela en...
www.enotrosmundos.tk
Simpáticos saludos...
Pilar Ana
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